sexta-feira, 15 de novembro de 2013
UNIDADE E ADORAÇÃO
sexta-feira, novembro 15, 2013
adoração, Deus, igreja, irmãos, Jesus Cristo, monte Hermom, povo de Deus, Salmo 133, unidade
sem comentário
SALMO 133
V.1 – “Oh! Quão bom e suave é que os
irmãos vivam em união”.
a)
Veja o interesse de Deus na unidade de seus filhos para adoração. Podemos dizer
que não há adoração sem unidade.
b)
Quando Davi escreveu esse Salmo havia desunião entre seus filhos.
[Amnon
abusou de sua irmã Tamar e foi morto por Absalão. Mais tarde o próprio Absalão
se revoltou contra Davi tentando tomar seu trono e foi morto pelo comandante do
exército do rei]
c)
Há unidade entre Deus: Pai, Filho e Espírito Santo.
d)
Davi era um adorador e sabia que a desunião entre irmãos era um impedimento
(empecilho) para a adoração.
V.2 – “É como óleo precioso derramado
sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão até a gola das suas
vestes”.
e)
A unidade dos irmãos é de extrema importância quanto a ordenação de um
sacerdote.
f)
O óleo usado para unção de sacerdotes era exclusivo como está escrito em Êxodo
30:22-33 – “Tu, pois, toma para ti as
principais especiarias... e disto farás o óleo da santa unção. Também ungirás a
Arão e seus filhos, e os santificarás para me administrarem o sacerdócio.”
*
A fórmula do óleo da unção era receita do próprio Deus.
g)
Representa o Espírito Santo com uma unção especial alcançada somente através da
unidade (genuína adoração) dada a sacerdotes. Segundo 1 Pedro 2:9, todos fomos
chamados para ser sacerdotes.
h)
O verdadeiro sacerdócio para Deus não é provado no trabalho mas na unidade
(adoração). Unção especial para o serviço.
i)
O óleo era derramado com abundância sobre o sacerdote na ordenação, pois quando
há unidade, há muita unção do Espírito.
j)
Por igual modo, a unidade do povo de Deus é um rico perfume que torna a
adoração deles agradável ao Senhor.
Em
Romanos 15:6 diz, “Para que com um só coração e uma só boca vocês glorifiquem
ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo”.
V.3 – “É como o orvalho do Hermom
quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor ordena a benção e a vida
para sempre”.
K)
A neve acumulada no topo do monte Hermom derretia e fornecia água para aquela
região.
Era
como se o Hermom abençoasse os outros montes em sua volta.
l)
A unidade gera o desejo de abençoar nossos irmãos.
m)
Deus ordena a benção quando há unidade e vida espiritual permanente.
“Vale
informar que o Monte Hermom (Montanha Sagrada) é a mais destacada e a mais
linda montanha da Palestina. Com altura de 3.000 metros acima do
nível do mar, seu cume está coberto de neve, enquanto a terra em redor fica
queimando pelo sol do verão.
Possivelmente
o 'alto monte' citado em Mateus 17:1/Marcos 9:2/Lucas 9:28 seja o monte da
transfiguração.” (Pequena Enciclopédia Bíblica)
terça-feira, 15 de outubro de 2013
QUEM É? (HOMENAGEM AOS PROFESSORES)
terça-feira, outubro 15, 2013
aluno, ciências, dia do professor, diário de classe, escola, magistério, matemática, mestrado, português, professor
sem comentário
Que sua vida dedicou,
anos afinco estudou
Magistério, Colegial,
Letras, História, Geografia,
Pós-graduação, Pedagogia?
Quem é aquele que adormece
Entre os livros, programas,
provas, trabalhos e diários?
Conferência: Notas azuis, amém.
Alegria pelo aluno que assimilou a matéria.
Vermelhas? Tristeza, preocupação,
será que recupera, aprende, ou o erro
foi na explicação (do conteúdo)?
Aulas dadas, previstas, preparadas com amor,
dedicação, no cansaço do dia exaustivo.
Quem é aquele que faz tarefas caseiras,
faz bicos, se desdobra, que luta, preocupa
Com as aulas a ministrar, com contas a pagar.
Carga horária, salário, feriado? Folga?
Décimo terceiro, Pasep, Ipasgo, Férias?
Quinquênio, contribuição para aposentadoria.
Aposentar, quando?
Quem é aquele que sua vida dedica
Aos alunos, estudante.
Que ensina, informa, que forma (Grandes e pequenos)
Que é pouco valorizado, reconhecido,
Mas é sempre esforçado, interessado?
É você Professor.
(Escrito em 15/10/1997)
15 de outubro - Dia do Professor
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
O ENCANTO DA LUA
quinta-feira, agosto 01, 2013
amor, banco, casais, escadaria, flerte, lua, magnetismo, namorados, paixão, praça
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Amigo vento leve essas nuvens que encobrem a lua pra que ela ilumine
Os casais de namorados nos bancos das praças, nas escadarias e nos caminhos por aí.
Emanando sobre eles todo seu magnetismo e cobrindo-os de encanto
Fazendo-os se apaixonar mais e mais.
Que alcance também os solitários e carentes
Levando-os a cruzar o caminho uns dos outros
Que seus olhares se encontrem e se encantem
E o amor e a paixão neles se despertem
Num instantes a se flertar.
sábado, 13 de julho de 2013
RECOMEÇO
sábado, julho 13, 2013
acidente, ambulância, avenida, faixa de pedestre, heron's, heronjc, homem, mulher, ônibus, polícia, samu
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Max,
40 anos, solteiro desceu apressado do coletivo no terminal, estava atrasado
para um importante compromisso naquela manhã em Goiânia. Passou pela catraca, descendo
a rampa de saída em direção a faixa de pedestres na avenida ao lado.
Estava
movimentada aquela rua, o fluxo de veículos era enorme. A correria de sempre
que já se tornou normal para quem vive na capital.
Quando
estava próximo da faixa percebeu que uma jovem mulher invadira a pista sem
perceber que se aproximava um ônibus. Na certa seria atropelada e morta, pois,
pela velocidade da lotação o impacto seria fatal.
Instintivamente
estendeu a mão e a puxou pelo braço. Numa fração de segundos conseguiu salvar a
moça livrando-a da morte.
Assustada
abraçou-o e começou a chorar desesperadamente. Ele a confortava passando a mão
em sua cabeça bem devagar e dizendo para ter calma, pois o pior tinha passado e
ela havia se salvado.
Max
perguntou-lhe se queria que chamasse o Samu ou alguém da família, mas entre
soluços, Roberta, esse era seu nome, disse que não precisava de atendimento
médico e que seus parentes moravam no interior.
Ele
insistiu em ligar para alguém, uma amiga, quem sabe, preocupado que estava com
o descontrole emocional dela. Diante de mais uma negativa da jovem, levou-a
para um bar do outro lado da rua para dar-lhe algo de beber, talvez água com açúcar.
Assentados
à mesa, ela agora mais calma começa a contar-lhe sua vida. Disse-lhe que não
foi um acidente, mas que tinha vindo para a capital com a intenção de se matar e
a melhor maneira que encontrara era se jogar na frente daquele ônibus.
Mas
estava aliviada de não ter concretizado tal plano e grata por ele tê-la salvo.
Aos
quinze anos ela conheceu um cara de vinte e se apaixonou ao ponto de enfrentar os
pais que não queriam aquele relacionamento e fugiu com ele para outra cidade
onde foram morar juntos.
Depois
de tudo que ela enfrentou para viver com ele, aqueles anos todos brigada com a família,
o cara a expulsou de casa para viver com outra sob a alegação de que não gostava
mais dela.
Desesperada,
longe dos pais e familiares, se viu sem rumo, sem direção. Tendo vivido todo aquele tempo dedicada ao
marido, quase que isolada do mundo, não teve filhos, nem fizera qualquer
amizade.
Enquanto
ela falava, ele a observava. Apesar do rosto vermelho e os olhos inchados de
tanto chorar, lhe pareceu uma mulher bonita, atraente e bem jovem.
Depois
de um longo tempo ela já estava mais tranquila e ele tinha lhe convencido de
que o melhor era permanecer vivendo, reconciliar com a família e recomeçar.
Roberta
concordou de acompanhá-lo em seus compromissos. Verdade é que Max estava
encantado com aquela mulher.
Ele
estava tão impressionado com ela que ao atravessar a rua se distraiu e foi
atropelado por um caminhão.
Roberta
começou a gritar desesperadamente e imediatamente formou-se um tumulto em volta
do corpo estendido no meio da rua. Um carro de polícia que passava próximo ao
local se aproximou e acionou o socorro médico. Alguém se abaixou ao lado de Max
querendo ajudar e disse, “o cara morreu”.
Brincadeirinha.
Na
verdade eles nem atravessaram a rua, saíram caminhando pela calçada, agora a
moça já sorria das brincadeiras de Max e logo estavam de mãos dadas. Mais adiante
se abraçaram e seguiram caminho.
Parece
que ali começava uma nova história para Roberta. Seu recomeço.
*** imagens da internet
*** imagens da internet
quarta-feira, 3 de julho de 2013
A MANIFESTAÇÃO
quarta-feira, julho 03, 2013
amor, cartaz, i love you, manifestações, multidão, paixão, polícia, protestos
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Um
rapaz chamado Dilon se apaixonou por Zulmira sua colega de sala quando ainda
cursava o Ensino Médio.
Zulmira
era uma moça muito bonita e educada, de bom comportamento, estudiosa e de pouca
conversa. Apesar de sempre sorridente não costumava dar muito assunto aos
garotos.
Ele
muitas vezes servia de chacota para os colegas, pois sempre no mundo da lua na
sala de aula, com certeza imaginando histórias românticas ao lado da moça, não
percebia quando a professora lhe perguntava alguma coisa e acabava ganhando uma
bronca da mestra.
Ele
sempre muito tímido nunca teve coragem de se manifestar para a moça, nem ao
menos se aproximara dela, mas a observava de longe.
Algumas
vezes quis acompanhá-la no recreio ou no caminho de volta para casa no final da
aula, mas sempre tinha alguém por perto e ficava com vergonha, com medo de dar
alguma mancada ou da menina não lhe dar atenção.
Eles
se formaram, o tempo passou, mas Dilon nunca deixou de gostar de Zulmira. Ela
nem ninguém ficou sabendo de sua paixão, mas verdade é que ele nunca conseguiu
esquecê-la, pelo contrário, estava cada dia mais apaixonado.
Moravam
na mesma cidade e um certo dia ela foi trabalhar na mesma empresa que ele.
Ficou feliz em revê-lo e para sua surpresa até lhe deu o número do celular.
Às
vezes parecia que ela estava olhando diferente para ele, fez até um teste,
olhando de repente para ela, e a impressão é que estava sendo observado.
Mas não quis acreditar pensando que era coisa de sua cabeça.
Também
não tinha coragem de lhe escrever um bilhete, mandar um torpedo no celular nem
ao menos um e-mail se declarando. Era muito tímido para isso. E a vergonha que ficava
só de imaginar tal coisa?
Ela
acabou por pedir demissão para ajudar a mãe a cuidar do pai que adoecera
gravemente.
Depois
de algum tempo Dilon resolveu deixar a timidez de lado e a vergonha que lhe
oprimia, arrumou uma cartolina, escreveu “I love you” e partiu em direção a
casa da garota.
Era
dia ainda, mas ele não se envergonhou com as pessoas na rua. Ora levantava o
cartaz bem alto, ora colocava na altura do peito.
Com essa onda de manifestações pelo país, começou a ser seguido por um aqui, outro ali até que centenas de pessoas com cartazes e faixas o seguiam pelo caminho sem nem ao menos saber qual eram seus motivos.
Quando
chegou à porta da casa de Zulmira já estava anoitecendo e estava tudo fechado.
Ele
começou a gritar “Zulmira, eu te amo”, “Zulmira, eu te amo” e parecia nem
perceber que tanta gente estava ali, e o pior, eles gritavam junto dizendo,
“Zulmira, ele te ama, sai pra fora”.
Apareceu
até uns violeiros e começaram a cantar músicas românticas. Uma linda serenata
com todo mundo cantando junto, mas ela não apareceu.
Quem
acabou por aparecer foi a polícia. Os policiais desceram da viatura e até cantaram.
Teve alguém que pediu pra eles buscarem a moça lá dentro, mas acabaram indo
embora.
Foi
ficando tarde e como nada acontecia a multidão começou a dispersar e todo mundo
foi embora, menos Dilon que acabou dormindo na calçada em frente a casa.
Foi
despertado de manhã com um barulho, era um corretor pregando uma placa de
vende-se na parede da casa.
Foi
quando o jovem ficou sabendo que Zulmira havia se mudado pra outra cidade há
três dias com os pais e colocado a casa a venda.
sábado, 11 de maio de 2013
ETERNOS, VOCÊ E EU
sábado, maio 11, 2013
abraço, amor, beijo, casal, eterno, heron's, homem, mulher, paixão, romance
sem comentário
Quando por ti fui surpreendido
Estava solitário e triste
Meio sem rumo, desanimado.
Você me apareceu
Assim tão meiga, doce, sincera.
Dizendo-me coisas lindas
Contando que em secreto me admirava
Que seu coração forte batia ao ouvir minha voz
E se de longe me avistava, uma grande alegria te tomava.
Eu do meu lado fiquei emocionado, coração acelerado.
Imaginando nós dois juntos assim enamorados
Sem pensar corri em sua direção, muita emoção.
Forte te abracei, longamente te beijei.
Porque você não sabia,
mas eu sempre te amei.
















