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terça-feira, 26 de maio de 2020
HISTÓRIA DE NÓS DOIS
terça-feira, maio 26, 2020
abraçar, amar, apagar, apaixonado, apertar, beijo, beijo na boca, dois, eu, história, memória, nós, querer, queria, soltar, você
sem comentário
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
CHAMADA ERRADA
quinta-feira, agosto 30, 2012
amor, beijo na boca, choro, cidade de Goiás, Heron, Heron do Carmo, heron's, heronjc, telefone
sem comentário
Pelo
telefone uma voz me dizia:
Estou
quase morrendo de saudades de você.
Eu
do outro lado sem compreender perguntei:
Quem é você?
Ela
então diz: Sei que minha voz está estranha por causa do choro,
Mas
não posso acreditar que me esqueceu, meu amor.
Continuava
sem entender e aquela voz não reconhecer,
Quem
será essa pessoa que chora desesperada implorando
Minha
atenção?
nem
aventura, muito menos uma ficada,
Então
lhe perguntei: quem é você afinal
Que
chora inconformada a implorar o meu amor?
Agora
eu só ouvia o som de choro,
Pelo
jeito muitas lágrimas.
Após
muitos soluços e minutos de silêncio,
Ela
então se manifestou, e meio embasbacada
Assim
me questionou: não consigo entender,
Nem
ao menos aceitar que meu amor por você
Nada
significou Elano.
Meu
nome não é Elano,
Foi
aí que percebi que aquela ligação
Era
uma chamada errada e que
tudo
não passara de um tremendo engano.
Alívio.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
DEJAVU
sexta-feira, abril 13, 2012
abraço, amor, beijo, beijo na boca, Heron, heronjc, lua, namoro
sem comentário
Fiquei pensando no que nos aconteceu,
Depois de tanto tempo, você e eu
Agora, não apenas olhares distantes,
Nem muito menos contato virtual.
Não foi um sonho, nem coisa da imaginação
Você estava ali, em meus braços, muita emoção,
Senti sua pele, toquei seus cabelos,
Pude ouvir sua pulsação, seu coração
Foi inevitavel o toque dos lábios,
Nos beijamos apaixonados,
Numa romântica e infinita viagem
No mundo dos sonhos e das paixões
Agora me diga, meu amor,
Tudo isso aconteceu ou foi
apenas um frenético dejavu?
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
RACHEL E AARON

Rachel tem tentado reconstruir sua vida, recomeçar após uma relação meio que frustrada nos últimos anos.
Foi um relacionamento que começou cheio de alegria e paixão com direito a noivado e casamento com véu e grinalda, igreja cheia, uma grande festa e lua de mel incrível.
No princípio as coisas estavam indo bem, parecia que seria mesmo uma linda história romântica. Mas, os dois foram se envolvendo no trabalho que lhes tomava muito tempo.
Havia as viagens, as reuniões,... Um certo dia perceberam que já pareciam meio que estranhos um para o outro, quase não se viam devido aos horários diferentes de casa um, quase não se falavam mais, a não ser coisas corriqueiras do dia a dia.
Certa manhã de domingo quando por acaso se viram juntos em casa depois de longa data de compromissos e viagens de um ou de outro tiveram uma longa conversa que acabou por levá-los a uma decisão seríssima.
Entenderam que não havia mais como continuarem mantendo aquele casamento. Pra que continuar com algo que não os dava mais prazer, não existia mais amor, apenas respeito, consideração. E assim foi, uma relação de anos se encerrava naquela manhã fria de inverno. Ele se mudou no dia seguinte e ela começava um novo tempo em sua vida.
Meses depois, Rachel mesmo com o ritmo acelerado de suas atividades profissionais, durante as viagens de carro, solitária, pensava em retomar sua vida amorosa, construir algo novo, viver uma nova paixão.
Algo estava certo em sua mente, era preciso recomeçar. Em uma ocasião, estava de carro andando bem devagar a procura de um cliente numa determinada rua, quando ouviu uma música ao longe que lhe chamou a atenção.
Parou o carro, desceu e se aproximou de onde vinha aquele som. Aquela voz feminina cantava em inglês, “cry a river...”, ela foi se guiando pela música e lágrimas escorriam de seus olhos. A letra da canção a fez se lembrar dos últimos meses, da solidão, do casamento frustrado, da separação.
Entrou em um corredor e seguiu para os fundos de uns prédios comerciais sem pensar, apenas indo até o local da música como que hipnotizada.
Encontrou um barracão fechado, roupas no varal, cadeiras de fio na área. Bateu na porta tentando encontrar alguém, mas apesar de vir o som musical lá de dentro, ninguém apareceu. Insistiu e nada. Parece que tinham saído e deixado o aparelho de som ligado.
Apesar de não encontrar ninguém, foi um momento especial pra ela, a letra daquela canção ficou marcada em sua mente, parece que era de sua autoria, visto que contava a história recente de sua vida. Sentia que algo mudaria em sua vida, algo novo aconteceria. Não tinha como explicar, era apenas um sentimento. Decidiu que voltaria ali depois.
Algo estava certo em sua mente, era preciso recomeçar. Em uma ocasião, estava de carro andando bem devagar a procura de um cliente numa determinada rua, quando ouviu uma música ao longe que lhe chamou a atenção.
Parou o carro, desceu e se aproximou de onde vinha aquele som. Aquela voz feminina cantava em inglês, “cry a river...”, ela foi se guiando pela música e lágrimas escorriam de seus olhos. A letra da canção a fez se lembrar dos últimos meses, da solidão, do casamento frustrado, da separação.
Entrou em um corredor e seguiu para os fundos de uns prédios comerciais sem pensar, apenas indo até o local da música como que hipnotizada.
Encontrou um barracão fechado, roupas no varal, cadeiras de fio na área. Bateu na porta tentando encontrar alguém, mas apesar de vir o som musical lá de dentro, ninguém apareceu. Insistiu e nada. Parece que tinham saído e deixado o aparelho de som ligado.
Apesar de não encontrar ninguém, foi um momento especial pra ela, a letra daquela canção ficou marcada em sua mente, parece que era de sua autoria, visto que contava a história recente de sua vida. Sentia que algo mudaria em sua vida, algo novo aconteceria. Não tinha como explicar, era apenas um sentimento. Decidiu que voltaria ali depois.
Seguiu sua rotina, mas não esqueceu aquele endereço e aquela música. Os dias se passaram, os compromissos eram muitos, mas aquele sentimento continuava e uma ansiedade a incomodava, tanto que determinado dia cancelou todas as atividades, desligou o celular pra não ser incomodada e partiu para aquele endereço.
Curiosamente, quanto chegava próxima àquela casa, a mesma música tocava “cry a river...”. Dessa vez não chorou, apenas seu coração ficou acelerado, batia forte. Entrou corredor adentro e encontrou a porta aberta, foi entrando como se fosse sua própria casa.
Na sala um homem estava de pé. Um cara alto, simpático, sorridente olhou pra ela como se já a conhecesse e lhe disse: “_Olá Rachel, estava te esperando. Meu nome é Aaron. Sabia que você viria hoje. Na verdade faz dias que te espero”.
Enquanto ele falava, ela apesar de meio surpresa o olhava como se fossem íntimos e lhe disse: “_ Já estive aqui antes, mas não encontrei ninguém. Há dias que meu coração me diz pra eu voltar, mas somente hoje consegui”. Aproximaram-se, se olharam e em seguida se beijaram longamente.
Curiosamente, quanto chegava próxima àquela casa, a mesma música tocava “cry a river...”. Dessa vez não chorou, apenas seu coração ficou acelerado, batia forte. Entrou corredor adentro e encontrou a porta aberta, foi entrando como se fosse sua própria casa.
Na sala um homem estava de pé. Um cara alto, simpático, sorridente olhou pra ela como se já a conhecesse e lhe disse: “_Olá Rachel, estava te esperando. Meu nome é Aaron. Sabia que você viria hoje. Na verdade faz dias que te espero”.
Enquanto ele falava, ela apesar de meio surpresa o olhava como se fossem íntimos e lhe disse: “_ Já estive aqui antes, mas não encontrei ninguém. Há dias que meu coração me diz pra eu voltar, mas somente hoje consegui”. Aproximaram-se, se olharam e em seguida se beijaram longamente.
Rachel e Aaron começaram aqui sua história. Como explicar essa aproximação, o início desse romance? Algo sobrenatural? As respostas ficam por conta de sua imaginação.
Obs.: foto nessa postagem pesquisa google.
segunda-feira, 5 de março de 2007
NÃO PUDE EVITAR















